Ampliando horizonte com um monitor auxiliar USB

Um segundo monitor para notebooks pessoais e profissionais, portátil e de fácil uso.

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Quem já teve a experiência de usar um computador com dois monitores logo percebe o grande ganho de produtividade que isso traz para o usuário. Habitualmente isso é feito com computadores de mesa. As tarefas podem ser divididas em monitores separados, ao gosto do usuário como, por exemplo, e-mail em uma tela e navegação Internet na outra ou um software de uso diário, produção de texto, um ERP… São infinitas possibilidades.

A AOC, tradicional fabricante de monitores e TVs (com sua marca própria e fabricante para várias outras marcas renomadas) trouxe para o Brasil uma versão portátil de monitor auxiliar que usa apenas e tão somente USB para conectá-lo ao computador ou notebook. O conceito deste produto é fantástico pois traz para a grande maioria das pessoas um recurso de certa forma ainda pouco explorado permitindo o aumento da área útil de trabalho. O monitor tem tela de 15.6 polegadas, é bastante leve (pouco mais de um quilo) e se conecta ao computador apenas por um único cabo USB (dados e energia).

Versatilidade

A possibilidade de pivotar o monitor auxiliar, ou seja, colocá-lo na vertical ou na horizontal é fator de grande destaque. Não apenas pelo reconhecimento por parte do Windows (vide tela abaixo), mas também pela forma “automática” de reconhecimento. Ao ser reposicionado o Windows percebe a mudança e transforma o monitor de 1366×768 em um monitor de 768×1366 e ajusta a exibição de acordo.

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Usuários de notebook já têm saída para uma segunda tela (segundo conector VGA), assim quem precisar mesmo de muito espaço pode ter em sua mesa de trabalho seu monitor auxiliar que se soma à tela do computador. Alguns podem fazer uso do AOC USB como uma terceira tela!!! E na hora de sair notebook e monitor auxiliar USB cabem facilmente na mochila para levar a área de trabalho estendida para onde quer que se deseje!

Fonte: Itforum365

Transformer Book V da Asus pode ser usado como smartphone, notebook ou tablet

Os aparelhos híbridos, que se transformam em outros gadgets, já são comuns no mundo da tecnologia com dois ou até três dispositivos.  A Asus anunciou o Asus Transformer Book V, que se transforma em cinco aparelhos diferentes, rodando os sistemas operacionais Windows e Android.

Gadget tem 5 funções distintas

Transformer Book V da Asus

Ele é capaz de funcionar em até cinco formas diferentes. O notebook tem 4 GB de memória RAM e 128 GB de espaço para armazenamento interno, tela de 12,5 polegadas HD IPS e teclado Qwerty com touchpad. O usuário pode alternar entre Android e o Windows 8 instantaneamente por meio de um botão de hardware.

Basta destacar o teclado para o aparelho se transformar em um tablet que também roda os dois sistemas operacionais e possui as mesmas especificações técnicas.

Google Play. A dobradinha entre Android 4.4 KitKat e Windows 8, por sua vez, deve fazer com que os usuários tenham acesso a todos os aplicativos da Google Play, sem abrir mão dos programas para Windows.

Já o smartphone é equipado apenas com Android. Localizado em um encaixe na parte de trás do dispositivo, o aparelho de 11 milímetros de espessura tem tela de 5 polegadas e conta com processador Atom quad-core com 2 GB de RAM e 64 GB de memória interna.

Flash

Dobradinha. Windows e Android já estiveram juntos no Ativ Q da Samsung, de 2013, mas nunca chegou às lojas…

 

Fonte: Baboo

 

Tela notebook quebrada/com problema. O que faço?

“Ops, minha tela notebook quebrou (ou vazou, riscou, caiu, escureceu, trincou, enfim, estragou)”. Essa afirmação é mais comum do que se imagina. 

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Depois de problemas relacionados ao HD e ao acúmulo de sujeira nos componentes, problemas com a tela notebook são os mais comuns entre as reclamações dos usuários de computadores portáteis. Os defeitos podem ser os mais variados, desde problemas físicos causados por uma queda ou descuido na hora de fechar a tampa da tela notebook (boa parte das telas notebook são quebradas ao fechar a tampa com algum objeto sobre o notebook, como uma chave por exemplo), até problemas de componentes de hardware, como o inverter por exemplo.

Mas como identificar o problema com precisão e definir qual a melhor solução para sua tela notebook quebrada?

Reunimos neste artigo, os defeitos mais comuns ocorridos na tela notebook. Em todos estes casos, a substituição da tela notebook se faz necessária (exceto no caso do problema estar relacionado ao inverter). Se o seu notebook está apresentando um destes casos, siga os próximos passos para saber como proceder para a substituição da mesma.

Identificando a tela notebook para substituição correta

Agora que você já identificou o problema apresentado pela tela notebook e já sabe que a substituição será necessária, o primeiro passo é identificar o modelo de seu notebook para saber exatamente qual o tipo de tela notebook você deverá adquirir.

Alguns notebooks podem ter em sua fabricação mais de um modelo de tela utilizada, (como no caso do Dell M1330, pode utilizar iluminação por CCFL ou LED).  Por isso, para ficar 100% seguro sobre o modelo a ser adquirido, a melhor maneira de confirmar qual tela é utilizada em seu notebook, é através da etiqueta fixada no verso da tela.  Para tal, é necessário desmontar parte do notebook (desmontagem simples) e verificar a etiqueta no verso da mesma. Veja neste vídeo tutorial como retirar a moldura e a tampa da tela, e efetuar a troca posteriormente. Reunimos neste outro artigo, informações que lhe ajudarão a confirmar o part-number de sua tela notebook original.

Uma vez identificado o part-number da tela, basta fazer a aquisição da mesma. Para isso, acesse nosso site, e digite no campo de busca o part-number identificado.  Caso tenha alguma dificuldade para efetuar a compra, criamos este tutorial que irá auxiliá-lo passo a passo.

Caso ainda encontre alguma dificuldade para identificar ou efetuar a substituição da tela, entre em contato conosco e teremos prazer em auxiliá-lo.

Windows 8: como fazer o seu notebook não consumir muita bateria em standby

Ainda que muitos jamais tenham reparado, a Microsoft implementou um recurso bem interessante nas últimas atualizações das versões 8 e RT de seu sistema operacional Windows.

Estamos falando do Connected Standby (ou “Espera Conectada”, em uma tradução livre), um modo de suspensão de energia desenvolvido pela companhia com o intuito de tornar os PCs e notebooks mais parecidos com os tablets e smartphones.

Contudo, para entender o exato propósito do Connected Standby, é preciso antes de tudo observar uma diferença crítica entre o funcionamento de seus dispositivos móveis e os “computadores maiores”.

Quando você não deseja usar seu celular por algum tempo, basta bloquear a sua tela e abandoná-lo em qualquer lugar. Seu display ficará apagado – o que economiza a bateria – e alguns processos serão congelados, mas o aparelho continuará conectado à internet e completamente capaz de receber novos dados em tempo real (mensagens, emails, atualizações etc.). Dessa forma, assim que você precisar utilizar o gadget, basta apertar um botão para “acordá-lo” e você o terá pronto para uso, devidamente conectado e com novos dados recebidos.

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Já nos PCs tradicionais…

Mas a situação sempre foi diferente nos laptops e computadores de mesa. Estamos acostumados a usar os modos “Suspensão” e “Hibernação”, que congelam os processos em execução namemória RAM e mantêm a máquina dormindo até que você a ative. Com isso, assim que você acordar o PC, os programas e as tarefas que estavam em execução estarão devidamente prontos para uso no mesmo estado em que você os deixou ao ativar o standby.

Porém, diferente dos tablets e celulares, os computadores não se mantêm em atividade constante durante os modos de espera. Sem receber dados da internet, eles são incapazes de obter os últimos emails de sua caixa de entrada e notificar o usuário caso ele receba alguma mensagem importante.

Além disso, acordar uma máquina em suspensão ou hibernação está longe de ser uma tarefa tão rápida quanto desbloquear a tela de um smartphone. Por mais rápido que seu PC seja, ele vai demorar alguns segundos para “descongelar” a memória, se reconectar em uma rede, checar a existência de novos pacotes de dados, conferir atualizações do sistema e assim por diante.

Como esse modo funciona?

Basicamente, o Connected Standby é uma evolução dos modos de suspensão e hibernação convencionais. Ele faz com que seu aparelho continue sempre conectado e ativo enquanto estiver em qualquer modo de descanso – a tela é desligada e os programas de desktop são congelados, mas os apps de tela cheia (obtidos na Loja) continuam trabalhando a todo vapor.

A novidade, contudo, não está disponível para qualquer gadget. Inicialmente, o Connected Standby estava presente com exclusividade nos aparelhos cujos processadores utilizam a arquitetura ARM – ou seja, Surface RT, Surface 2 e Nokia Lumia 2520. Afinal, o recurso não é apenas um truque de software: também é necessário que o hardware seja compatível com essa forma diferenciada de gerenciar sua própria energia.

Recentemente, a Intel também decidiu entrar na brincadeira e começou a fabricar chips com suporte para o recurso; a título de exemplo, podemos citar a linha Clover Trail (últimos modelos dos processadores Atom), que equipa alguns tablets mais modernos como o Lenovo Thinkpad Tablet 2. 

Há uma maneira simples de descobrir se o seu aparelho é compatível com o Connected Standby. Basta abrir o Prompt de Comando (CMD) e digitar powercfg /a, apertando Enter logo em seguida. O sistema retornará a lista de modos de espera que estão disponíveis para seu computador: basta conferir se a opção “Standby (Connected”) é citada ou não.

O lado negativo

Ainda que o Connected Standby possa ser um recurso atraente para muitos usuários, a verdade é que há centenas de pessoas procurando diariamente uma forma de desligar essa funcionalidade e economizar a bateria do dispositivo. De fato, esse modo de espera pode se mostrar inconveniente por conta de seu alto consumo de energia – afinal, diferente de máquinas normais, um gadget sempre conectado está trabalhando de forma ininterrupta e recebendo pacotes de dados a todo instante.

Infelizmente, temos uma má notícia para você: é impossível desativar o Connected Standby. Ele é um recurso nativo do sistema e está incorporado à hibernação e à suspensão tradicionais dos dispositivos com processadores compatíveis. Ele sequer é citado em quaisquer menus de configuração ou customização dos modos de energia que estamos acostumados a acessar em nossas máquinas.

Como economizar a bateria?

Ainda que você não possa desativar o Connected Standby, há algumas maneiras de driblá-lo para economizar a bateria do seu computador. A principal delas é a mais simples, básica e óbvia: desligar completamente o aparelho. Sim, sabemos que isso vai fazer com que você perca um bom tempo quando for necessário religá-lo, mas é a solução caso você pretenda deixar o dispositivo abandonado por muito tempo (mas não quer que sua bateria se esgote durante esse intervalo).

Outra opção interessante é ativar o Modo Avião antes de suspender ou hibernar a máquina. Dessa forma, ele continuará “semiacordado” graças ao Connected Standby, mas não conseguirá baixar novos pacotes de dados por estar com suas conexões de rede desligadas (e, consequentemente, gastando menos energia elétrica). Esta alternativa se torna ainda mais vantajosa quando nos lembramos de que o Windows 8 possui um atalho bastante prático para a ativação dessa funcionalidade.

Em suma, o Connected Standby é uma inovação interessante e necessária — os dispositivos always-on são uma forte tendência no mercado de tecnologia e certamente apresentam mais benefícios do que desvantagens. Contudo, ainda assim seria bom caso a Microsoft oferecesse ao usuário a liberdade de desligar esse recurso caso ele quisesse — quem sabe ela não adiciona essa opção em uma futura atualização?

 

Fonte: Tecmundo

Asus e Sharp anunciam notebooks com telas 4k e 8k

O mercado de notebooks, diferente dos smartphones, não tem visto muita inovação em relação a telas. Até pouco tempo, as empresas seguiam tranquilas na resoluções Full HD, com a tela Retina do MacBook Pro sendo um dos poucos a disparar, com 2880×1800. Agora, isso pode mudar, com Asus e Sharp lançando aparelhos com resoluções ainda maiores.

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A taiwanesa Asus anunciou para o final do ano o modelo Zenbook NX500, que contará com uma tela de 15,6 polegadas e 3840×2160 pixels (8,2 megapixels, também conhecida como 4K).

A japonesa Sharp foi um passo além e demonstrou, na conferência SID, uma tela de 13,3 polegadas com 7680×4320 pixels (33,1 megapixels, um nome que poderia se chamar de 8k). Esta tela, no entanto, não está a venda e foi criada apenas como protótipo, provando que é possível criar altíssimas resoluções em telas pequenas.

Um problema disso, no entanto, é que para altas resoluções, são necessárias grandes placas de vídeo. O Zenbook NX500 da Asus será equipado com uma GeForce GTX 850m, para conseguir lidar com sua resolução 4K. Seria necessária uma placa 4 vezes mais poderosa para lidar com o display da Sharp com o mesmo desempenho.

Não há dada de lançamento, nem preço para o notebook da Asus no Brasil. O Macbook Pro de 15,4 polegadas está disponível por a partir de R$ 10 mil.

Fonte: Olhar Digital

4 coisas importantes para quem quer trocar seu notebook por um tablet

Não é de hoje que se cogita a possibilidade de abandonar o notebook de vez e usar um tablet para as tarefas mais corriqueiras do cotidiano. Isso certamente não é uma opção para usuários que exigem mais de seus dispositivos, como programas de edição complexos ou qualquer coisa do tipo. Contudo, para a maioria das pessoas que usam computadores apenas para navegação na web, jogos casuais, leitura e processamento de texto de vez em quando, um tablet pode muito bem servir como dispositivo principal e desbancar o notebook.

Ainda assim, uma mudança dessa magnitude em nossas vidas certamente não poderia acontecer de uma hora para outra ou sem a ajuda necessária. Nesse caso, adotar um tablet em detrimento do seu velho notebook deve ser uma ação consciente, com todas as novas implicâncias consideradas. Assim, comprar acessórios para seu novo tablet que substituirá o notebook é praticamente obrigatório.

Notebook x tablet

É interessante notar que notebooks com desempenho razoável, aqueles que não travam a cada meio segundo, não são exatamente baratos. Obviamente, há soluções mais em conta, mas elas dificilmente deixarão você feliz. Portanto, vamos considerar um notebook de preço intermediário para a comparação com o tablet.

Usando um preço comparativo, você poderia gastar cerca de R$ 1,5 mil em um notebook minimante interessante. Ele já vem praticamente pronto para o uso e raramente requer muitos acessórios. No caso dos tablets de mesmo preço que substituirão esse produto, a coisa é diferente. Para ter o mesmo desempenho a comodidade do notebook, você teria que adquirir no mínimo uma capa com teclado e suporte embutidos e um mouse sem fio.

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Híbridos como o LG Slidepad 2 podem ser alternativas interessantes, mas eles também possuem suas limitações

 

1. Capas com teclados embutidos

Há soluções bem interessantes de capas com teclados embutidos tanto para tablets Android quanto para aparelhos iOS. Tablets com Windows 8 normalmente são acompanhados de acessórios das próprias fabricantes, uma vez que a ideia da Microsoft e tornar o Windows 8 um SO para tablets que substituem notebooks. Prova disso é o Surface.

Mas voltando aos tablets comuns, uma opção de capa com teclado e suporte sãos os modelos da Zagg e Logitec. Claro que há muitas outras marcas que possuem produtos do tipo, mas a qualidade desses aparelhos raramente é adequada à durabilidade que você teria com um notebook tradicional.

É possível ainda adquirir teclados Bluetooth independentes, mas aí você teria que carregar um elemento a mais quando precisasse digitar em teclas físicas. A Samsung anunciou ontem a sua nova linha de tablets e, junto com eles, uma capa-teclado bastante interessante. Assim, comprar um tablet para o qual você já sabe que tem bons acessórios pode ser uma decisão mais segura.

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Galaxy Tab S 10.5 é uma nova e interessante opção nesse campo.

 

2. Mouse

Você pode achar completamente desnecessário, mas se a sua capa com teclado não possuir um touchpad, você sentirá hora ou outra a falta de um mouse. Isso porque levantar a mão o tempo todo para tocar na tela a fim de selecionar elementos e, especialmente, posicionar o cursor em algum texto, se torna uma atividade bastante cansativa.

Sendo assim, a sua melhor alternativa é também um mouse Bluetooth. Esse tipo de dispositivo está disponível no mercado há bastante tempo e, por isso, há muitas opções de qualidade e com preços baixos. Você, portanto, gastará mais com a capa que com o mouse. Para quem está no ritmo da Copa do Mundo, é possível inclusive comprar aparelhos como esses, por exemplo.

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Microsoft possui várias opções de mouse Bluetooth.

 

3. Armazenamento extra

Talvez esse seja o maior inconveniente de utilizar um tablet para substituir seu notebook. Se você tem muitos arquivos para guardar, é praticamente obrigatório ter uma forma de armazenar arquivos externamente, já que tablets raramente passam dos 32 GB de espaço interno. Para isso, há soluções como o Google Drive, iCloud, OneDrive e muitos outros. Contudo, você precisa pagar mensalmente para usar esses serviços. Uma alternativa então seria um HD externo sem fio. Há muitas opções, mas é necessário verificar a compatibilidade desses com seu SO móvel no tablet.

Caso você não queria se incomodar com isso ou já tenha um HD externo que não queria desperdiçar pelo simples fato de seu tablet não ter entradas USB tradicionais (se o seu tiver, sua vida está feita) é possível adquirir um aparelho como esse adaptador da Toshiba. Ele conecta qualquer HD externo a sua rede WiFi local e ainda permite a você acessar seus arquivos em qualquer lugar pela internet. Assim, você tem sua própria nuvem e pode aumentar o espaço de armazenamento da forma que achar adequado.

4. Impressão

Se você tem uma impressora comum em casa, provavelmente terá que trocá-la por uma nova para imprimir seus arquivos via tablet sem o intermédio de um PC. É aconselhável comprar um aparelho com conexão WiFi. Há soluções bem interessantes nesse campo, com preços baixos e autonomias de impressão ótimas, como esse dispositivo da Samsung. Para usar o aparelho diretamente do seu tablet, é preciso instalar um app no tablet, mas sempre verifique a compatibilidade.

Há ainda formas mais simples de se fazer isso, com impressoras com certificação Google Cloud Print. Fora isso, o Android KitKat possui nativamente integração com algumas impressoras HP. Assim, consultando quais modelos são esses, você pode adquirir algo mais adequado e direto.

 

O que você prefere?

Basicamente, pudemos perceber que, para abandonar o notebook e usar apenas um tablet como aparelho principal pode gerar alguns custos extras que você talvez não imaginava, como uma nova impressora ou capas caras, caso alguma delas seja importante para você. Ainda assim, isso é um processo que a cada dia parece mais simples, principalmente com novidades que são lançadas especialmente para cobrir esse vazio que temos hoje. Espera-se que esses acessórios fiquem cada vez mais acessíveis e facilitem a migração.

De qualquer maneira, se essa não é a sua praia, mas você também não quer gastar com um notebook Windows ou OS X caro e ainda precisa comprar um tablet, é possível considerar a aquisição de um Chromebook para suprir sua necessidade de um teclado de verdade e navegação e uso de apps mais simples. Os preços são baixos e o desempenho é normalmente agradável.

O que mais você acha que uma pessoa precisa para migrar de um notebook para um tablet? Se você já fez essa migração, nos conte suas experiências e como diga conseguiu driblas as dificuldades.

 

Fonte: Techtudo

 

Projeto de carregador ultrarrápido carrega celular em 30 segundos

O grande e talvez maior problema enfrentado pelos usuários de smartphones é o alto consumo de bateria. Mas, se depender da StoreDot, este impasse se resolverá rapidamente com o carregador que chega a 100% de bateria em apenas 30 segundos. A empresa apresentou a inovação recentemente no evento Think Next, promovido pela Microsoft.

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De acordo com a StoreDot, que nasceu no departamento de nanotecnologia da Universidade de Tel Aviv, a versão comercial deve chegar ao mercado até o final de 2016 e deverá custar duas vezes mais que os carregadores atuais, cerca de US$ 30 (quase R$ 70 em conversão direta). A mesma tecnologia pode, inclusive, fornecer carga completa de notebooks em torno de cinco minutos.

A start-up demonstrou o teste com um Samsung Galaxy S3, mas garante que fará versões para as principais marcas do mercado, inclusive para o iPhone. Confira o vídeo!

Fonte: Techtudo

 

 

10 coisas que você (provavelmente) não sabia que seu iPhone pode fazer

 

Os iPhones são gadgets incríveis, com uma infinidade de funções que colaboram com um dia a dia mais prático. Mas nem todo mundo utiliza suas funções nativas, por mero desconhecimento das mesmas.

Confira uma lista de 10 coisas que seu iPhone pode fazer e que nem todo mundo tem conhecimento.

1. Fazer um código de acesso com letras, em vez de apenas números

– Vá em Configurações > Geral > Código de Acesso
– Desative a configuração que diz “Código de acesso simples”
– Uma tela vai aparecer pedindo para que você mude o seu código de acesso, com um teclado QWERTY completo.

Na próxima vez que você desbloquear seu telefone, o teclado vai aparecer, em vez de apenas o numérico.

2. O Siri pode ler os seus e-mails em voz alta (apenas para mensagens em inglês)

Diga ao Siri “read my email” (“leia meu e-mail”) e ela obedecerá. Você ouvirá o nome do remetente, a data/hora da mensagem e o assunto da mensagem. Você também pode instruir “read my latest email” (“leia meu último e-mail”) ou perguntar “Do I have email from [person]?” (“Eu tenho e-mail de [nome da pessoa]?”)

3. Ver a hora e o dia em que uma mensagem foi enviada

Apenas deslize os balões com as iMessages e irá aparecer o indicador com a hora e dia que a mensagem foi enviada.

4. Saber quais aviões estão sobre sua cabeça

Pergunte ao Siri “What flights are above me?” (“quais voos estão acima de mim?”) ou apenas diga “planes overhead”(“aviões em cima”) e ela irá mostrar um quadro com todos os aviões e os números dos voos, com suas altitudes e ângulos.

5. Balance o seu iPhone para deletar um texto

Você mudou de ideia sobre o que acabou de digitar? Balance o celular e uma caixa de “desfazer a digitação” vai aparecer. Se você mudar de ideia logo após clicar em desfazer, pode balançar o celular novamente e verá a caixa para “refazer a digitação”.

6. Visualize facilmente uma versão mais detalhada do calendário

Vire o seu celular para o modo horizontal quando estiver no app do calendário, para ver uma versão mais detalhada dos compromissos.

7. Use o seu telefone como um nivelador

Deslize o app da bússula para a esquerda e você terá acesso a um nivelador.

8. Tire um conjunto de fotos de uma única vez

Ao segurar o botão de disparador da câmera, automaticamente você ativa a função que tira várias fotos de uma única vez.

9. Adicione vibrações personalizadas

No aplicativo de contatos, você pode ativar diferentes padrões de vibração para diferentes contatos; isso é bom para quem mantém o celular no bolso, então você poderá distinguir – sem usar as mãos – entre uma mensagem de texto ou um e-mail do seu chefe.

10. Coloque o telefone no modo avião e ele vai carregar duas vezes mais rápido

Ótima solução para quem precisa carregar o celular rapidamente em um bar.

 

Via Buzzfeed

Dicas para melhorar a autonomia da bateria de seu iPhone no iOS7 (e quem as passou foi um ex-funcionário da Apple!)

Artigos de como melhorar a bateria do iPhone são bem comuns e muito procurados por usuários do iOS e enquanto não lançam uma bateria melhor, este sempre será um problema. Mas um ex-funcionário que trabalhava no Genius Bar da Apple Store fez uma lista de algumas dicas diferentes para evitar o consumo excessivo da bateria no iOS 7.

Antes de tudo, é importante tomar cuidado com “o que é gastar muita bateria”. Há usuários que reclamam dela toda vez que o sistema é atualizado, mesmo antes de dar tempo de fazer testes concretos que permitam chegar a uma conclusão definitiva. Por isso, o ideal é primeiro constatar se há algum problema real realizando um pequeno teste.

1. Testando o consumo da bateria

Você pode perceber rapidamente se possui algum problema com a bateria ao realizar um pequeno teste. Vá em Ajustes > Geral > Uso e confira seu tempo desde a última recarga. Ele é dividido em Uso e Em Espera, que é o tempo que o aparelho foi usado ou deixado no repouso. Pela lógica o tempo Em Espera deve ser muito maior que aquele em Uso, a não ser que você tenha usado o aparelho todo o tempo desde que o desconectou do cabo. Se depois de um tempo sem carregar a bateria, os números forem muito próximos entre Uso e Em Repouso, você tem um real problema de consumo de bateria.

Uso da Bateria

O teste consiste no seguinte: zere estes dados conectando o cabo USB no aparelho e carregando-o completamente. Então desconecte o cabo e deixe o aparelho em repouso, com a tela desligada por exatamente 5 minutos. Depois disso, desbloqueie a tela e volte para os Ajustes > Geral > Uso e confira os tempos registrados. Pela lógica, o correto é marcar 5 minutos em repouso e 0 minutos em uso. Se o tempo de uso estiver marcando mais do que isso, você está com algum problema no consumo da bateria.

Teste de Bateria

2. Configurando os ajustes do Facebook

Muita gente não percebe, mas um grande vilão do consumo rápido de bateria é o aplicativo do Facebook, cujo desenvolvimento nem sempre é feito com o cuidado na otimização do consumo. Uma dica é desligar o serviço de localização e a atualização em 2º plano do Facebook. Para isso, faça o seguinte:

  • Vá em Ajustes > Privacidade > Serv. Localização e desligue o Facebook.
  • Vá em Ajustes > Geral > Atualização em 2º Plano e desligue o Facebook.

Muitos já conseguem, só com isso, melhorar muito o consumo de bateria. Em alguns casos, a porcentagem da bateria aumenta imediatamente ao desligar estes ajustes.

3. Desabilite a atualização em 2º plano de aplicativos que você não usa

A Atualização em 2º Plano é uma novidade bem legal do iOS 7, mas não precisa estar ativa em todos os aplicativos. Você pode deixar naqueles que você usa e desligar a função naqueles que você não quer que sejam atualizados a todo o momento. Vá no mesmo lugar que você foi antes,Ajustes > Geral > Atualização em 2º Plano, e desligue aqueles apps que você não se importa muito.

4. Pare de fechar os aplicativos na multitarefa

Há um mito da multitarefa: quanto mais aplicativos estiverem abertos ao mesmo tempo no sistema, mais bateria é consumida. Isto é bem verdade em outros sistemas, como o Android, mas no iOS o gerenciamento da multitarefa é diferente. Os aplicativos ficam em um estado “congelado” quando em segundo plano, o que reduz muito o consumo de energia.

Por causa deste mito vindo de outros sistemas, muita gente tem o hábito de fechar sempre os aplicativos que não usa, apertando duas vezes o botão Início e deslizando para cima as janelas. Mas a multitarefa do iOS tem outra vantagem pensada pelos engenheiros da Apple: guardar na memória RAM os dados dos aplicativos, acelerando a retomada deles quando se volta a utilizá-los. Se você fechar completamente um aplicativo que for usar daqui pouco tempo, isso fará com que ele tenha que ser todo recarregado, o que consome mais processamento e, consequentemente, mais energia. Por isso, só feche os apps que você realmente não irá mais usar naquele período, para não fazer o processador trabalhar dobrado.

Mas preste atenção: todo o aplicativo “aberto” em 2º plano continua ocupando memória RAM, mesmo não consumindo tanta bateria. Portanto, a dica é não fechar aqueles aplicativos que vocêvoltará a usar depois de pouco tempo. Em contrapartida, aqueles que você não for usar mais naquele dia (um navegador GPS, por exemplo), pode ser fechado, para não ficar ocupando desnecessariamente memória RAM, que é usada por outros aplicativos.

5. Desabilite as notificações que incomodam você

Outra forma de poupar sua bateria é desabilitar as notificações de aplicativos que não são tão úteis. Vá em Ajustes > Central de Notificações e desligue o que você não precisa.


Se você é daqueles que acha que sua bateria está se consumindo muito rápido desde a última atualização, faça estes ajustes e depois nos conte se resolveram.

 

Via: Blog do Iphone

Um cabo para tudo… ou tudo sem nenhum cabo!

Um cabo para tudo…

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Durante a Computex 2014 a Video Eletronics Standards Association (VESA) anunciou o DockPort, o sucessor do atual padrão DisplayPort para conexão de monitores a PCs. Se o nome não deixou claro, o DockPort irá complementar os recursos de transmissão de vídeo do DisplayPort com a capacidade de transferir energia e dados via USB, o que significa que três cabos poderão ser substituídos por um único “super cabo”.

… ou tudo sem nenhum cabo

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Mas se você realmente quer pensar além, siga a Intel: ela quer que seu próximo PC não tenha fio nenhum. Durante a Computex Kirk Skaugen, executivo da empresa, demonstrou novas tecnologias para recarga, acomplamento, transmissão de vídeo e de dados sem fios nas quais a empresa está trabalhando em conjunto com uma ampla gama de parceiros na indústria. A Skylake, geração de processadores que chegará ao mercado depois da Broadwell, terá suporte total a várias tecnologias – como WiGig e recarga sem fios no padrão da A4WP – projetadas para transformar este sonho em realidade em 2016.

 

Fonte: PCWorld